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quinta-feira, 6 de novembro de 2025

Alessandro Alarcão e Geórgia Alarcão representaram o Brasil no KoreaDerma 2025, em Seoul

     Alessandro Alarcão e Geórgia Alarcão representaram o Brasil no KoreaDerma 2025, em Seoul




Os dermatologistas Alessandro Alarcão e Geórgia Alarcão participaram do KoreaDerma 2025, em Seoul, na Coreia do Sul – país considerado referência mundial em inovação, tecnologia aplicada à dermatologia e rejuvenescimento avançado.

O evento, organizado pela Associação de Dermatologistas Coreanos, reuniu 4.600 participantes de mais de 70 países e consolidou-se como um dos mais importantes encontros internacionais da especialidade. 

Além da participação científica, Alessandro Alarcão foi palestrante internacional do congresso, ministrando a masterclass: “Hiperpigmentação pós-inflamatória não é mais um problema: como transformei minha prática com Element” 

A presença do casal reforça o protagonismo brasileiro na dermatologia mundial e evidencia o papel ativo de Alessandro e Geórgia Alarcão na atualização científica global, representando o país em um dos centros mais avançados da dermatologia contemporânea. 


Fotos: Créditos: Divulgação Foto 1 — Dr. Alessandro Alarcão Foto 2 — Dr. Alessandro Alarcão

quarta-feira, 6 de agosto de 2025

Mulheres adiam a maternidade e engravidam cada vez mais tarde

  Mulheres adiam a maternidade e engravidam cada vez mais tarde


Como a medicina reprodutiva ajuda a redefinir o perfil das mães brasileiras





O Brasil atingiu a menor taxa de fecundidade da história, segundo dados divulgados recentemente pelo Censo 2022 do Instituto Brasileiro de Geografia e Estatística (IBGE). De acordo com o levantamento, a média de filhos por mulher caiu para 1,5 – número abaixo do necessário para a reposição populacional. A pesquisa também aponta que 16,1% das mulheres chegaram ao fim da idade reprodutiva (até os 49 anos) sem terem tido filhos – em 2000, esse percentual era de 10%.

Entre os principais fatores que explicam essa mudança de comportamento estão foco nos estudos, a estabilidade profissional e financeira, a falta de um parceiro com os mesmos objetivos, a busca por autoconhecimento, além da priorização da saúde mental e de relacionamentos mais conscientes. A idade média das brasileiras ao se tornarem mães subiu de 26 para 28 anos, revelando que a maternidade vem sendo adiada ou até mesmo descartada em muitos casos.

Para a Especialista em Reprodução Humana, Ionara Barcelos, essa é uma realidade que precisa ser acompanhada de informação e planejamento. “A escolha de não ter filhos ou de postergar a maternidade é legítima e deve ser respeitada. Mas é fundamental que as mulheres recebam orientação adequada sobre saúde reprodutiva desde cedo, para que possam tomar decisões seguras ao longo da vida”, afirma.

A médica destaca que a fertilidade feminina é limitada e que, com o passar dos anos, a reserva ovariana diminui. “Muitas pacientes só descobrem que têm baixa reserva quando já estão tentando engravidar. O ideal é que a mulher, mesmo sem intenção de ser mãe agora, conheça seu corpo e saiba as opções disponíveis, como o congelamento de óvulos”, explica Ionara.

O congelamento é uma técnica cada vez mais procurada por mulheres que desejam preservar sua fertilidade para o futuro. “O procedimento é mais eficaz quando feito até os 35 anos, pois os óvulos são mais saudáveis. Dessa forma, se ela decidir engravidar mais tarde, terá mais chances de sucesso com os próprios óvulos”, acrescenta.

Por fim, ela reforça a importância do acompanhamento por profissionais especializados em todas as fases da vida. “Planejar não significa apenas se prevenir de uma gravidez indesejada, mas também preparar o corpo para o momento certo, caso ele venha. A saúde íntima precisa de cuidados contínuos, independentemente da decisão de ser mãe ou não”, concluiu.

domingo, 6 de abril de 2025

Você evita falar sobre traumas? Entenda os riscos do silêncio emocional

     Você evita falar sobre traumas? Entenda os riscos do silêncio emocional


Patrícia Capeluto


Falar sobre traumas e outros temas delicados sempre foi um desafio. Muitas vezes, preferimos evitar conversas difíceis por medo de reviver dores, causar desconforto ou simplesmente por não saber como iniciar o diálogo. No entanto, o silêncio pode ser tão prejudicial quanto o próprio trauma. Não falar sobre algo que nos machuca não faz com que ele desapareça; pelo contrário, pode torná-lo ainda mais presente, se manifestando em ansiedade, isolamento e dificuldades nos relacionamentos.


A comunicação, quando bem conduzida, tem o poder de transformar feridas em aprendizados e construir relações mais saudáveis. No entanto, para que isso aconteça, é preciso aprender a criar espaços seguros, ouvir sem julgamento e se expressar com clareza e respeito.


Conversar sobre temas tabus exige coragem, mas também pode ser libertador. É um processo que nos ajuda a dar sentido ao que vivemos, ressignificar experiências e, acima de tudo, nos conectar verdadeiramente com os outros.


Mas por que evitamos esses diálogos? Como podemos transformar essas conversas em oportunidades de cura e desenvolvimento? Este texto explora a arte de conversar sobre traumas e temas delicados, destacando sua importância e fornecendo estratégias para abordar essas questões de forma mais assertiva e empática.


Desde pequenos, aprendemos que certos assuntos não devem ser mencionados. A sociedade e até mesmo a cultura familiar nos ensinam a esconder sentimentos e "seguir em frente" sem processar o que realmente aconteceu. Isso cria um ciclo de silêncio onde o trauma permanece, mas nunca é nomeado.


Além disso, há o medo do julgamento. Muitas pessoas temem que, ao compartilhar suas experiências, sejam vistas como fracas, dramáticas ou incapazes de lidar com suas emoções. Em outros casos, o receio é reviver a dor, trazendo à tona sentimentos que estavam, aparentemente, sob controle.


No entanto, não falar sobre um trauma não significa que ele foi superado. Pelo contrário: quanto mais evitamos um assunto, mais poder ele tem sobre nós.


O impacto do silêncio no trauma


O silêncio pode parecer uma solução temporária, mas a longo prazo ele pode gerar impactos profundos. Estudos mostram que experiências traumáticas não processadas podem se manifestar fisicamente e emocionalmente. Sintomas como ansiedade, insônia, estresse crônico e até dores musculares podem estar ligados a traumas não verbalizados.


Além disso, a falta de comunicação pode dificultar os relacionamentos. Quem passou por uma experiência difícil pode se fechar para o mundo, criando barreiras emocionais que impedem conexões genuínas.


Por outro lado, falar sobre o que nos machuca pode ser um passo essencial para a cura. Como ressalta a especialista em comunicação assertiva e não violenta, Patrícia Capeluto, a verdadeira comunicação não é apenas sobre palavras, mas sobre a conexão que criamos e a confiança que transmitimos. Quando conseguimos expressar nossas dores de forma segura, encontramos acolhimento e, muitas vezes, novas perspectivas sobre o que vivemos.


Portanto, falar sobre traumas exige um ambiente seguro. Se uma pessoa sente que será julgada, ignorada ou que sua dor será minimizada, dificilmente irá se abrir. Criar um espaço onde temas difíceis possam ser discutidos sem medo é fundamental para que essas conversas aconteçam de forma saudável.





Algumas atitudes que podem tornar um diálogo mais seguro incluem:


Escuta ativa: Demonstrar interesse genuíno, sem interromper ou tentar "consertar" a dor do outro.
Validação emocional: Frases como "Entendo que isso deve ter sido muito difícil para você" podem fazer toda a diferença.
Evitar comparações: Cada experiência é única. Dizer "Isso acontece com todo mundo" pode invalidar a dor da pessoa.
Respeitar o tempo do outro: Nem todo mundo está pronto para falar sobre um trauma imediatamente. O importante é que a pessoa saiba que pode contar com você quando se sentir confortável.
Estratégias para abordar temas difíceis
Conversar sobre traumas e temas tabus pode ser desafiador, mas existem formas de tornar essa experiência menos dolorosa e mais produtiva. Algumas estratégias incluem:


1. Escolha o momento certo
Evite iniciar uma conversa difícil quando você ou a outra pessoa estiverem cansados, estressados ou distraídos. Um ambiente tranquilo pode fazer toda a diferença.

2. Seja claro sobre sua intenção
Dizer algo como "Gostaria de falar sobre isso porque acho que me ajudaria a entender melhor o que aconteceu" pode reduzir a resistência e abrir caminho para um diálogo mais honesto.

3. Use mensagens ‘eu’
Frases como "Eu me sinto assim quando isso acontece" evitam que o outro se sinta culpabilizado ou na defensiva. Isso facilita a construção de um diálogo saudável.

4. Aceite os silêncios
Conversas difíceis podem trazer emoções intensas. Permitir pausas sem pressionar o outro a responder imediatamente pode tornar a troca mais leve e sincera.

5. Busque apoio profissional, se necessário
Em alguns casos, contar com um profissional pode ser essencial para conduzir essas conversas de forma saudável e evitar gatilhos que possam intensificar a dor.
O poder da comunicação na cura emocional
A comunicação tem um papel essencial no processo de cura. Ao falarmos sobre o que nos machuca, damos um nome ao problema, tiramos seu peso invisível e começamos a processá-lo de maneira mais consciente.


Patrícia destaca que a comunicação assertiva não se trata apenas de falar, mas de criar um espaço onde a verdade possa ser dita sem medo. "A comunicação é sobre criar conexão, sobre garantir que o outro se sinta seguro para expressar o que sente sem ser julgado ou interrompido."


Quando aprendemos a ter conversas difíceis com respeito e empatia, transformamos a comunicação em um instrumento de fortalecimento emocional. Deixamos de lado o medo do desconforto e passamos a enxergar o diálogo como uma oportunidade de crescimento.


Desse modo, ao aprender a abordar temas difíceis com empatia, respeito e coragem, criamos um ambiente onde o outro se sente ouvido e compreendido. Como reforça Patrícia Capeluto, comunicação não é apenas sobre falar, mas sobre criar conexão e construir confiança.


No final das contas, a verdadeira arte de conversar está na disposição de ouvir, de se abrir e de transformar cada troca em um espaço seguro de acolhimento e crescimento.

A Importância do Acompanhamento Nutricional Antes e Depois da Cirurgia Plástica

  A Importância do Acompanhamento Nutricional Antes e Depois da Cirurgia Plástica





A cirurgia plástica tem se tornado cada vez mais popular entre aqueles que buscam aprimorar a aparência e aumentar a autoestima. No entanto, para garantir uma recuperação eficiente e um resultado satisfatório, é essencial que o paciente receba um acompanhamento nutricional adequado antes e depois do procedimento.


Segundo a nutricionista Cristiane Azevedo, especialista em Nutrição Clínica, Funcional e Estética, a alimentação desempenha um papel fundamental na cicatrização, na redução de inflamações e na prevenção de complicações pós-operatórias, como formação de seromas (acúmulo de líquido sobre a pele), cicatrizes hipertróficas ou deiscência de sutura (abertura dos pontos).


Nutrição Antes da Cirurgia: Preparando o Corpo


O período pré-operatório exige um organismo fortalecido para lidar melhor com o estresse cirúrgico e favorecer a recuperação. "Uma alimentação adequada em proteínas de alto valor biológico, vitaminas e minerais essenciais, equilibrada com gorduras boas, carboidratos ricos em fibras e uma boa ingestão de água, contribui para a integridade dos tecidos e melhora a resposta imunológica", explica Cristiane.


Nutrientes como vitaminas A, B12, C e D, zinco, selênio e ferro, são fundamentais para a regeneração da pele e a cicatrização. Além disso, evitar o consumo excessivo de açúcares, ultraprocessados, bebidas alcoólicas e cigarro, reduz processos inflamatórios e melhora a circulação sanguínea, fatores essenciais para um bom resultado cirúrgico.


Nutrição Pós-Cirúrgica: Acelerar a Recuperação


No pós-operatório, o foco é reduzir o inchaço, acelerar a cicatrização e evitar complicações como hematomas e infecções. "Na primeira fase pós-cirúrgica, também chamada de fase inflamatória (duração de 72 horas pós cirurgia) deve-se fazer adequação de ingestão proteica, hidratação adequada e vitamina C. Não utilizar suplementos anti-inflamatórios como ômega 3 e cúrcuma, pois podem atrapalhar a síntese de fatores de crescimento necessários nessa fase. Também não utilizamos suplementação de colágeno por 30 dias antes e após a cirurgia, a fim de prevenir possíveis formações de queloides ou fibroses. Alimentos anti-inflamatórios, como cúrcuma, gengibre e peixes ricos em ômega-3, podem ser introduzidos após o terceiro dia de cirurgia, pois auxiliam no controle da inflamação, enquanto as proteínas continuam sendo essenciais para a reparação dos tecidos", orienta a nutricionista.


A hidratação também merece atenção especial. A ingestão adequada de água, isotônicos, chás (evitar chá mate e verde) e água de coco ajuda na eliminação de toxinas e melhora a circulação, favorecendo a redução do edema (inchaço). 


Acompanhamento Personalizado: A Chave para o Sucesso


Cada paciente possui necessidades nutricionais específicas, dependendo do tipo de cirurgia realizada, do histórico de saúde e do estilo de vida. "O acompanhamento individualizado garante que a dieta seja ajustada conforme as demandas de cada fase do processo, potencializando os resultados e garantindo mais saúde e bem-estar", afirma Cristiane Azevedo.


Além da dieta, a orientação profissional também pode incluir suplementação estratégica, quando necessária, sempre com base em avaliações detalhadas.


O acompanhamento nutricional pré e pós-operatório é um fator essencial para o sucesso de uma cirurgia plástica. Uma alimentação adequada pode minimizar riscos, acelerar a recuperação e otimizar os resultados estéticos, proporcionando mais segurança e bem-estar ao paciente.


Se você está se preparando para um procedimento cirúrgico e deseja um suporte nutricional especializado, procurar um profissional qualificado, como a nutricionista Cristiane Azevedo, pode fazer toda a diferença no seu processo de recuperação.

quinta-feira, 3 de abril de 2025

Ansiedade e tempos modernos

   Ansiedade e tempos modernos



Por Débora Máximo


Especialistas são unânimes em considerar a ansiedade como um mal dos tempos modernos. E esse sentimento, provocado por situações diversas, age de forma rápida e impiedosa, com reações em cadeia em todo o mundo. Subestimado por décadas, esse transtorno mental pode inviabilizar a vida social e profissional, mas poucas pessoas se dão conta da situação, deixando de buscar tratamento para aliviar os sintomas antes que cheguem ao limite.


Vários fatores levam atualmente as pessoas - e famílias inteiras - aos consultórios de terapia. Queixam-se de isolamento social, medos, fobias e sensação de impotência em relação ao enfrentamento da rotina diária, quer nos afazeres domésticos, no ambiente de trabalho, no estudo ou compromissos sociais. A verdade é que são cada vez menores os encontros e conversas em família, o riso fluido e descontraído, a sensação de bem-estar e autoestima em dia.


A vida agitada, onde comandos frios fazem (quase) tudo funcionar, pode ser considerada um efeito nefasto da modernidade, facilitando em muito os transtornos de ansiedade. E tudo isso a que preço? Não compartilhar mais os momentos das refeições, das orações, de "jogar conversa fora", dos passeios e do saudável convívio presencial, são exemplos do que aos poucos fomos nos afastando, ainda que inconscientemente.


O problema se agrava quando a ansiedade vai além e começa a prejudicar diretamente as atividades diárias. Tremores, falta de ar e insônia são alguns dos sintomas que indicam um iminente descontrole. Além destas reações físicas, o ansioso tende a pensamentos catastróficos, ou seja, diante de qualquer situação ele espera sempre o pior resultado... Nesse caso, é urgente a busca rápida por ajuda profissional.


Divulgação
Débora Máximo é influencer e graduanda em Psicologia

quinta-feira, 13 de março de 2025

Exercício físico: um aliado poderoso na prevenção e tratamento de doenças crônicas

    Exercício físico: um aliado poderoso na prevenção e tratamento de doenças crônicas


Por: Rairtoni Pereira





 

 

O exercício físico é amplamente reconhecido pela ciência como uma ferramenta fundamental na promoção da saúde e qualidade de vida. Sua prática regular não apenas previne doenças, mas também contribui de forma significativa para o tratamento de condições crônicas complexas, como lúpus, fibromialgia e Alzheimer. Estudos científicos reforçam que tanto os exercícios cardiovasculares quanto o treino de força oferecem benefícios importantes para pacientes com essas enfermidades.

 

Exercício na prevenção e tratamento do Lúpus

 

O lúpus, uma doença autoimune que provoca inflamação em diversas partes do corpo, pode ser atenuado com a prática de atividade física. Pesquisas publicadas na Lupus Science & Medicine indicam que exercícios aeróbicos de baixa intensidade, como caminhadas e ciclismo leve, ajudam a reduzir a fadiga crônica e melhoram a capacidade cardiorrespiratória dos pacientes.

 

Além disso, treinos de força, com cargas leves a moderadas, promovem o fortalecimento muscular e protegem as articulações, frequentemente afetadas pela doença. Especialistas recomendam uma abordagem equilibrada, respeitando os limites do paciente e evitando sobrecargas.

 

Fibromialgia: controle da dor com movimento

 

A fibromialgia é uma síndrome caracterizada por dor muscular difusa e fadiga. Embora pareça contraditório, o exercício físico é uma das intervenções mais eficazes para aliviar os sintomas. Um estudo publicado no Journal of Pain Research aponta que atividades aeróbicas, como caminhadas e natação, podem reduzir a intensidade das dores em até 35%.

 

O treino de força também desempenha um papel importante. Pesquisadores da Universidade de São Paulo (USP) destacam que exercícios com pesos leves, realizados de forma controlada, melhoram a resistência muscular e a percepção de bem-estar em pacientes com fibromialgia.

 

Alzheimer: atividade física como proteção ao cérebro

 

A relação entre exercício físico e saúde cerebral é amplamente estudada. O Alzheimer, uma doença neurodegenerativa progressiva, pode ter sua evolução retardada com a prática regular de exercícios. Estudos publicados na revista Nature Reviews Neuroscience mostram que atividades cardiovasculares aumentam a produção de proteínas neuroprotetoras, como o fator neurotrófico derivado do cérebro (BDNF), que ajuda a preservar conexões neuronais.

 

Treinos de força também são benéficos. Pesquisas do Journal of Alzheimer’s Disease revelam que exercícios com pesos moderados melhoram a função cognitiva, memória e capacidade de concentração em idosos com comprometimento leve.

 

O papel complementar do exercício

 

Embora não substituam tratamentos médicos, os exercícios cardiovasculares e de força funcionam como importantes aliados. O treinamento aeróbico melhora a circulação sanguínea, reduz inflamações e estimula a produção de neurotransmissores que promovem o bem-estar, como a serotonina. Por outro lado, o treino de força previne a perda de massa muscular, melhora a estabilidade corporal e contribui para a saúde óssea, aspectos cruciais para quem convive com doenças crônicas.

 

Recomendações gerais:

 

  • Exercícios cardiovasculares: Caminhadas, natação e pedaladas por pelo menos 150 minutos semanais.
  • Treino de força: Sessões de 2 a 3 vezes por semana, com foco em grandes grupos musculares.
  • Supervisão profissional: Fundamental para adaptar os treinos às necessidades e limitações individuais.

 

Incluir exercícios na rotina é um passo poderoso rumo à saúde e ao bem-estar. Movimentar-se, mesmo que de forma moderada, pode ser a chave para viver melhor com doenças crônicas, proporcionando alívio, autonomia e longevidade.

 

*Rairtoni Pereira dos Santos Silva é Personal Trainer há mais de 10 anos, ajudando pessoas a serem mais felizes com seus corpos. É autor do livro “5 Atitudes para criar o hábito de se exercitar todos os dias”.

segunda-feira, 23 de dezembro de 2024

Tomada de Decisão Consciente: Como os 3 D’s Podem Mudar Sua Vida

 Tomada de Decisão Consciente: Como os 3 D’s Podem Mudar Sua Vida




A tomada de decisão é uma habilidade que exercitamos diariamente, muitas vezes de forma automática, sem sequer perceber. Desde escolhas simples, como o que comer no café da manhã, até decisões mais complexas, como mudar de carreira ou iniciar um relacionamento, as decisões moldam o curso de nossas vidas. 


Mas o que diferencia decisões que levam ao sucesso daquelas que nos deixam estagnados? A resposta está na consciência. Decidir de forma consciente, com clareza e propósito, é o primeiro passo para transformar sonhos em realidade — e é aí que a técnica dos 3 D’s de Luana Ganzert entra como uma ferramenta poderosa.

A Importância de Decidir com Consciência

De acordo com a psicóloga Luana Ganzert, criadora da metodologia dos 3 D’s, a decisão é o ponto de partida para qualquer mudança ou conquista. Porém, decidir por algo não é apenas dizer “sim” mentalmente. A decisão consciente envolve reflexão profunda, análise das consequências e alinhamento com os valores e objetivos pessoais.


Muitas vezes, a indecisão ou decisões impulsivas nos mantêm presos em ciclos de insatisfação. A decisão consciente, por outro lado, nos coloca no controle da nossa trajetória. Não se trata apenas de escolher um caminho, mas de assumir um compromisso com ele.

Os 3 D’s: Uma Fórmula para a Transformação

A metodologia dos 3 D’s — Decisão, Dedicação e Disciplina — é uma estratégia simples e prática que combina reflexão, ação e constância. Criada a partir da observação de padrões de sucesso nos pacientes de Luana Ganzert, essa técnica funciona como um guia para alcançar metas de forma estruturada.


1. Decisão: O Primeiro Passo para a Mudança

O primeiro “D” é a base de todo o processo. Decidir conscientemente significa:


  • Identificar o que realmente importa para você.

  • Refletir sobre os motivos que sustentam essa escolha.

  • Considerar os impactos e as mudanças necessárias.


Por exemplo, se o seu objetivo é melhorar sua saúde, a decisão consciente pode ser: “Quero adotar hábitos saudáveis porque valorizo meu bem-estar e quero ter energia para aproveitar minha vida ao máximo.” Essa decisão precisa ser clara, específica e conectada aos seus valores pessoais.


→Dica prática: Faça perguntas a si mesmo, como “Por que isso é importante para mim?” e “Estou disposto a me comprometer com essa decisão?”. A clareza dessas respostas fortalece sua determinação.


2. Dedicação: Investir Tempo e Energia

Após decidir, é hora de agir. Dedicação é o esforço contínuo que você deposita para transformar sua decisão em realidade. Não basta apenas querer algo; é preciso trabalhar para isso. A dedicação envolve:


  • Reservar tempo para as ações necessárias.

  • Priorizar atividades que apoiem seu objetivo.

  • Criar pequenos hábitos diários que, somados, geram grandes resultados.


Retomando o exemplo da saúde, a dedicação pode significar: reservar 30 minutos diários para exercícios ou preparar refeições mais saudáveis. A chave está na consistência, mesmo que em pequenas doses.


→Dica prática: Defina metas diárias ou semanais específicas, como “vou caminhar 3 vezes por semana” ou “vou preparar minhas refeições aos domingos”. Pequenos passos diários constroem grandes conquistas.


3. Disciplina: O Combustível da Constância

A dedicação, para ser eficaz, precisa ser sustentada pela disciplina. Este é o terceiro “D” e um dos mais desafiadores. Disciplina é a capacidade de manter o foco, mesmo diante de distrações, obstáculos ou desânimo. A disciplina não é uma habilidade inata, mas algo que pode ser cultivado. Envolve:


  • Criar rotinas e sistemas que facilitem a constância.

  • Gerenciar a procrastinação e as distrações.

  • Manter-se comprometido, mesmo quando os resultados demoram a aparecer.


No contexto da saúde, disciplina significa não abandonar os exercícios ou a alimentação saudável nos dias mais difíceis. É fazer o que precisa ser feito, mesmo sem motivação.


→Dica prática: Use ferramentas como lembretes, aplicativos de monitoramento ou até um sistema de recompensas para se manter engajado. Lembre-se: disciplina é uma prática, não um estado permanente.

Como os 3 D’s Transformam a Vida

A mágica dos 3 D’s está em sua simplicidade e adaptabilidade. Eles podem ser aplicados em qualquer área da vida — desde objetivos profissionais, como passar em um concurso, até metas pessoais, como melhorar um relacionamento ou adquirir um novo hobby.


Ao adotar os 3 D’s, você começa a perceber mudanças reais:


Mais clareza mental: Ao tomar decisões conscientes, você elimina dúvidas e reduz a ansiedade.

Maior produtividade: A dedicação direcionada faz com que você utilize melhor seu tempo.

Autodisciplina fortalecida: Com prática, a disciplina se torna um hábito, facilitando a execução de tarefas.


Além dos resultados práticos, os 3 D’s promovem uma transformação interna. Eles ajudam a desenvolver autoconfiança, resiliência e a sensação de controle sobre a própria vida. Você aprende a agir de forma proativa, em vez de reativa, diante dos desafios.


Assim, a tomada de decisão consciente, apoiada pelos pilares da dedicação e disciplina, é uma fórmula poderosa para transformar vidas. A técnica dos 3 D’s, desenvolvida por Luana Ganzert, vai além de um método; ela é um estilo de vida. Aplicar esses princípios significa assumir o controle de suas escolhas, agir com propósito e persistir até alcançar seus objetivos.


Se você está pronto para mudar sua vida, comece agora: tome uma decisão consciente, dedique-se a ela e mantenha a disciplina. Os resultados podem ser milagrosos, como Luana enfatiza, mas o verdadeiro poder está em suas mãos. Que tal dar o primeiro passo hoje?

segunda-feira, 18 de novembro de 2024

O Médico da Voz e das Celebridades, Dr. Luiz Cantoni Lança seu Livro - “Alquimia da Voz”

        O Médico da Voz e das Celebridades, Dr. Luiz Cantoni Lança seu Livro - “Alquimia da Voz”




O Dr. Luiz Alian Cantoni é uma referência no Brasil em Otorrinolaringologia, especialmente nos cuidados com a voz e em foniatria e laringologia. Dr. Cantoni dedica sua carreira a entender e aprimorar a saúde vocal de seus pacientes. 


Em sua jornada, tornou-se o médico de confiança de celebridades da música, televisão e das artes cênicas. 


A expertise do Dr. Luiz Cantoni fez com que ele se tornasse o profissional de escolha de artistas e celebridades que dependem de sua voz para exercer suas profissões. Entre os nomes de destaque que já passaram por sua clínica estão o cantor sertanejo Zezé Di Camargo, o cantor Frejat, o narrador esportivo Galvão Bueno, as cantoras Maria Rita e Tete Espíndola, o ator Leonardo Miggiorin, entre outros. Esses profissionais confiam na habilidade do Dr. Cantoni de manter suas vozes em excelente forma, ajudando-os a preservar um de seus maiores patrimônios – a voz.


Cada caso é tratado com a devida atenção e cuidado, e o Dr. Cantoni adapta suas abordagens de acordo com as necessidades e os objetivos de cada paciente, oferecendo um serviço que é ao mesmo tempo técnico e personalizado.


Além do tratamento convencional, o Dr. Luiz Cantoni criou o VoiceLab Experience, um programa que explora a voz como ferramenta de autoconhecimento e desenvolvimento pessoal. 


Para o Dr. Cantoni, a voz vai além de uma simples habilidade fisiológica. Em sua visão, a voz é uma expressão única e poderosa de nossa identidade, capaz de refletir nosso estado emocional, nossa confiança e até mesmo nossa espiritualidade. 


No VoiceLab Experience, ele conduz os participantes a uma jornada de descoberta vocal, ensinando-os a usar a voz de maneira consciente e conectada, aproveitando-se do que a medicina do som tem a oferecer. Esse programa é voltado para qualquer pessoa que deseje aprimorar sua voz e sua conexão interior, sendo especialmente benéfico para profissionais da voz, como cantores, atores e palestrantes.


“Alquimia da Voz”: A Obra Que Transforma 


E para finalizar o ano de sucesso e muito trabalho, Dr. Luiz Cantoni lança o livro “Alquimia da Voz: Transforme sua voz em uma ferramenta de autodescoberta e crescimento com a sabedoria da medicina do som”. A obra explora a relação íntima entre a voz e o bem-estar, convidando o leitor a descobrir o poder transformador de sua própria voz. No livro, o Dr. Cantoni oferece uma abordagem única para o autoconhecimento, utilizando sua expertise médica para explicar como a voz reflete nosso estado emocional e psicológico e como podemos usá-la para alcançar um estado de equilíbrio e crescimento.


Para celebrar o lançamento do livro, será realizada uma sessão especial de autógrafos e eventos complementares na Livraria da Vila, em Vila Madalena, São Paulo, dia 18 de Novembro. A programação do evento inclui: 


16:00 às 18:00 - Sessão de autógrafos com Dr. Luiz Cantoni

18:00 às 19:00 - Palestra musical "Alquimia da Voz", conduzida pelo autor

19:00 às 20:00 - Bate-papo com os colaboradores do livro: Alexandre Cumino, Luiz Fernando Lucas e Moacyr Franco

20:00 às 21:30 - Sessão de autógrafos 


Em "Alquimia da Voz", Cantoni compartilha exercícios práticos e técnicas que os leitores podem aplicar no dia a dia para melhorar a qualidade da voz e encontrar um ponto de equilíbrio emocional. A obra também aborda a influência do som na nossa saúde mental, física e espiritual, oferecendo ao público um novo entendimento sobre o potencial da voz e sua importância em nossas vidas.


Este evento é uma oportunidade para conhecer de perto o Dr. Luiz Cantoni, compreender mais a fundo a filosofia do livro e explorar, ao lado de especialistas, o impacto transformador da voz em nossas vidas.


Contato e Consultas


O Dr. Luiz Cantoni atende atualmente na clínica “Doutores da Granja”, em Cotia, São Paulo, onde disponibiliza tratamentos avançados em otorrinolaringologia, com um atendimento focado em entender as necessidades únicas de cada paciente. 


Para os interessados em saber mais sobre o VoiceLab Experience ou em agendar uma consulta, basta acessar o site oficial do Dr. Cantoni.


terça-feira, 5 de novembro de 2024

Ministério lança Programa de Acolhimento a Passageiros Autistas em Aeroportos

       Ministério lança Programa de Acolhimento a Passageiros Autistas em Aeroportos




Vinte salas multissensoriais, para atender viajantes autistas e com outras neurodivergências, vão ser instaladas em aeroportos brasileiros até 2026. Essa é uma das metas do Programa de Acolhimento ao Passageiro com Transtorno do Espectro Autista, lançado nesta terça-feira, 5. Atualmente o Brasil tem quatro salas, nos aeroportos de Florianópolis, Vitória, Congonhas, em São Paulo, e Santos Dumont, no Rio de Janeiro. A próxima deve ser inaugurada até dezembro, em Natal, E no primeiro trimestre do ano que vem, mais seis. A meta é que todos aeroportos de capitais tenham um espaço como esse. De acordo com o Ministério de Portos e Aeroportos, cerca de 200 mil passageiros com Espectro Autista circulam todos os meses por aeroportos brasileiros. O ministro Silvio Costa Filho elogiou a iniciativa, que vai ser bancada pelas concessionárias dos aeroportos. "Acho que hoje a gente está dando um sinal claro ao Brasil da importância das concessionárias, não só para o desenvolvimento econômico e para a geração de emprego, mas, sobretudo, para um olhar social àqueles que precisam de atenção — muitas vezes, não só do poder público, mas também do poder privado". As salas multissensoriais são projetadas para dar conforto aos passageiros com autismo, de qualquer idade, com iluminação, sons e itens que ajudem a reduzir a ansiedade e o estresse. Além das salas, o programa vai reavaliar os procedimentos de atendimento humanizado e capacitar os trabalhadores do setor.

quinta-feira, 28 de março de 2024

Cada vez mais procurado pelo público feminino, especialista explica como funciona o transplante capilar

       Cada vez mais procurado pelo público feminino, especialista explica como funciona o transplante capilar


_Dermatologista Gustavo Martins explica dúvidas sobre o procedimento de transplante capilar_





O transplante capilar é uma técnica cirúrgica cada vez mais popular no Brasil e no mundo, e vem sendo cada vez mais procurado entre mulheres que enfrentam problemas de calvície e rarefação capilar. Esse procedimento, antes associado principalmente aos homens, tem ganhado destaque como uma opção eficaz para corrigir questões estéticas relacionadas ao cabelo.


De acordo com o Dr. Gustavo Martins, dermatologista e presidente do Instituto Brasileiro de Transplante Capilar, o transplante capilar feminino está em ascensão, sendo indicado para mulheres com testa alta ou alopecia androgenética, mais conhecida como calvície feminina. Ele ressalta que muitas mulheres sofrem com a perda de cabelo, o que pode resultar em uma desarmonia facial e uma sensação de desconforto. “Essas mulheres sofrem com uma perda de cabelo, com aumento da testa, desarmonia no rosto, os fios ficam ralos e com pouco volume. Isso prejudica a autoestima, e elas procuram formas de tratamento e cuidado”, afirma Gustavo.





Existem diferentes técnicas de transplante capilar disponíveis, adaptadas às necessidades e preferências individuais das pacientes. “Uma abordagem comum é a técnica FUE, que permite a extração dos folículos capilares da parte de trás da cabeça sem a necessidade de raspar a área receptora na frente. Isso permite uma recuperação mais discreta”, destaca Martins.


É importante ressaltar que a escolha da técnica adequada deve ser feita após uma consulta médica detalhada, levando em consideração o tipo de alopecia, as características do cabelo e as preferências da paciente. A cirurgia em si é considerada minimamente invasiva, utilizando microscópios e técnicas de incisão precisas para garantir resultados consistentes e naturais. 





A influencer digital Adriana Muller compartilhou sua experiência positiva com o transplante capilar, destacando os resultados promissores após o procedimento, feito na Turquia. “Fiz a cirurgia que durou 8 horas. Ela é bem longa, foi tirado um palmo de cabelo da parte de trás. Eles retiram os folículos com um aparelho, um total de 3 mil fios de cabelo para serem implantados na parte da frente. O pós-operatório foi dolorido, senti um pouco de dor na cabeça ainda. Porém, o resultado está promissor. Já está nascendo cabelo, já tenho muitos fios novos, preenchendo totalmente o buraco da parte da frente que eu tinha”, afirma Adriana.


Ela explica que o cabelo vai começar a aparecer maior em torno de seis a oito meses. Mas em quatro semanas ela já percebeu o aparecimento dos fios. “É um bom procedimento, inclusive até para quem quer reduzir a testa. É melhor do que fazer a cirurgia de redução de testa, porque o implante capilar permite com que você adicione cabelo onde não há, onde não irá crescer, então é incrível, foi um sucesso”, conclui a influenciadora.





O testemunho de Adriana ressalta a eficácia e os benefícios do transplante capilar, não apenas para restaurar o cabelo, mas também para melhorar a autoestima e a harmonia facial das mulheres. Com os avanços na tecnologia e na técnica cirúrgica, o transplante capilar continua a ser uma opção viável e cada vez mais popular para aqueles que desejam recuperar a plenitude capilar.

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